A Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento e Pesca promove, nos dias 2 e 3 de abril, a 29ª Feira de Peixes de Cultivo no Aeroparque de Paranaguá. O evento tem como objetivo incentivar o consumo de pescado e fortalecer a produção local, especialmente com a proximidade da Semana Santa.
Durante a feira, a população poderá adquirir peixes de água doce provenientes da aquicultura regional, com comercialização direta de produtores locais.
Entre as opções disponíveis estão tilápia, carpa e pacu, em diferentes cortes e apresentações. A tilápia será vendida em filé (R$ 55,00/kg), posta (R$ 39,00/kg), inteira (R$ 24,00/kg) e semi-limpa (R$ 26,00/kg). Já a carpa semi-limpa será comercializada por R$ 26,00/kg, enquanto o pacu semi-limpo terá o valor de R$ 32,00/kg.
A iniciativa também busca valorizar a cadeia produtiva do pescado e fomentar a economia das comunidades tradicionais. Participam da feira produtores da Colônia Quintilha e da Comunidade Santa Cruz, além de pescadores artesanais da Baía de Paranaguá, com destaque para as comunidades de Amparo e Piaçaguera, que irão comercializar frutos do mar.
Além do pescado, o público encontrará opções de hortifrúti, ampliando a diversidade de produtos disponíveis durante o evento.
De acordo com o secretário Márcio Vega, a ação é estratégica para o desenvolvimento do setor.
“A Feira de Peixes já é uma tradição em Paranaguá e tem um papel importante tanto no apoio aos produtores quanto no acesso da população a alimentos de qualidade. Estamos trabalhando para garantir uma estrutura organizada e um evento que atenda bem a todos”, destacou.
A programação acontece na quinta-feira (2), das 8h às 18h30, e na sexta-feira (3), das 8h às 12h. A expectativa é de grande movimentação, impulsionada pela procura típica do período.
Para garantir a qualidade dos produtos e a segurança alimentar dos consumidores, a organização adotará uma série de medidas sanitárias. Entre elas, o uso de gelo em escama para conservação do pescado, armazenamento em caixas térmicas higienizadas, controle de temperatura, além da manipulação com equipamentos de proteção individual (EPIs), como luvas, aventais e toucas.
Também serão realizadas ações contínuas de higienização dos equipamentos e superfícies, além de acompanhamento técnico por engenheiros de pesca, assegurando que os produtos cheguem ao consumidor com frescor, qualidade e dentro das normas sanitárias vigentes.

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