O dia 1º de dezembro marca o Dia Internacional da Luta contra a AIDS, uma data dedicada à conscientização, ao combate ao preconceito e ao fortalecimento das ações de prevenção. Celebrado mundialmente desde 1987, quando foi instituído pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com apoio da ONU, o dia reúne governos, entidades de saúde e a sociedade em uma mobilização global.
A AIDS, causada pelo vírus HIV, continua sendo uma das doenças que mais exige atenção pública. O vírus ataca as células de defesa do organismo, deixando o corpo vulnerável a diversas infecções e enfermidades. Embora não tenha cura, o tratamento com antirretrovirais garante qualidade de vida e permite que pessoas vivendo com HIV convivam com a condição de forma saudável e segura.
Além de orientar sobre sintomas, formas de prevenção e cuidados, a data também chama atenção para outro desafio: o preconceito. Ainda hoje, muitas pessoas vivendo com HIV enfrentam estigmas que dificultam o diagnóstico precoce, o tratamento e até mesmo a convivência social. Especialistas reforçam que o HIV não é transmitido por abraços, apertos de mão, beijos no rosto ou pelo convívio cotidiano — e que a informação é uma das principais ferramentas para derrubar mitos.
A transmissão ocorre apenas pelo contato de fluidos corporais contaminados, como sangue e secreções sexuais, principalmente em relações sem preservativo, pelo compartilhamento de seringas ou em transfusões sem controle adequado.
Neste 1º de dezembro, as campanhas promovidas pelo Ministério da Saúde reforçam a importância da testagem, do uso de preservativos e da adesão ao tratamento, além de convidar a população a olhar para a causa com empatia e responsabilidade.
Mais do que uma data no calendário, o Dia Mundial de Luta contra a AIDS é um chamado coletivo para que a informação circule, a prevenção aconteça e, acima de tudo, para que o respeito prevaleça.
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