A Polícia Civil do Paraná, por meio da 1ª Subdivisão Policial, segue com diligências ininterruptas no bairro Alexandra e região para esclarecer a morte de Sonia Maria, conhecida como protetora dos animais, encontrada carbonizada dentro de sua residência na madrugada desta segunda-feira (6).
De acordo com o delegado Luiz Flores, o caso inicialmente foi tratado como incêndio. No entanto, durante o acompanhamento da perícia criminal, surgiram indícios que apontam para um possível homicídio.
“Inicialmente foi um acionamento como incêndio, no qual a vítima estava dentro da sua residência. Contudo, no local, acompanhando a perícia criminal, conseguimos verificar elementos que indicavam a prática de um possível homicídio.”
Mesmo com o avançado estado de carbonização do corpo, foram identificados sinais de violência. A polícia aponta que a vítima pode ter sido amarrada e submetida à asfixia antes do incêndio.
“Havia no corpo da vítima, em que pese o estado avançado de carbonização, indícios de que ela poderia ter sido amarrada e vítima de asfixia, com material semelhante a fio elétrico no pescoço e algo similar a um cadarço nos pulsos.”
A PCPR trabalha agora para esclarecer a dinâmica do crime e identificar os autores. As investigações seguem com coleta de provas, análise pericial e levantamento de informações na região.
A Polícia Civil solicita a colaboração da comunidade. Informações podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 181 e 197, ou diretamente na Delegacia Cidadã de Paranaguá. As diligências continuam até o completo esclarecimento do caso.
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