A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) reforça o alerta para o crescimento de acidentes com animais peçonhentos entre dezembro e março, período marcado por altas temperaturas, maior umidade e aumento do fluxo de pessoas em regiões turísticas, de mata e litoral. No primeiro trimestre de 2025, quase 3 mil ocorrências foram registradas no estado.
Os casos mais frequentes envolvem cobras, aranhas, escorpiões, abelhas e lagartas. No litoral, há risco de acidentes com águas-vivas e caravelas. Já na Costa Oeste e Noroeste, banhistas e pescadores devem redobrar a atenção com arraias e bagres, que possuem ferrões capazes de causar perfurações, infecções e necrose.
Para qualificar o atendimento, a Sesa capacitou cerca de 700 profissionais de saúde ao longo do ano, garantindo suporte clínico adequado e aplicação de soroterapia quando necessária.
Em caso de acidente, a orientação é procurar atendimento médico imediato e, se possível, informar características do animal ou apresentar foto. Recomenda-se lavar o local da picada com água e sabão, retirar acessórios que possam comprimir a região e manter o membro elevado. Em contato com águas-vivas e caravelas, não usar água doce; a indicação é aplicar vinagre e compressas de gelo.
Entre as medidas preventivas estão uso de proteção em trilhas, inspeção de roupas e calçados, evitar acúmulo de entulhos, manter camas afastadas das paredes, não introduzir as mãos em buracos e evitar praias com registros recentes de incidentes.
Em caso de dúvidas ou orientações, os contatos do CIATox estão disponíveis:
08000 410148 (Paraná) | (43) 3371-2244 (Londrina) | (44) 3011-9127 (Maringá) | (45) 3321-5261 (Cascavel).
Com informações da AEN
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