O projeto de vacinação Vet-Móvel Paraná completa, nesta quarta-feira (1º), o primeiro mês de operação com resultados expressivos. A iniciativa contabiliza 32.343 agendamentos e 10.111 atendimentos veterinários gratuitos em 18 municípios do Estado. Coordenado pela Superintendência-Geral de Proteção Animal, vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), a proposta encerra a primeira etapa com forte adesão da população e inicia, em julho, uma nova fase de expansão para cidades de maior porte e demanda.
Dos atendimentos concluídos até o momento, 7.255 foram a cães e 2.856 a gatos. A fase inicial priorizou municípios com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e menor oferta de serviços veterinários, ampliando o acesso ao atendimento nas regiões mais vulneráveis.
Para o superintendente-geral de Proteção Animal, Rodrigo Araújo Rodrigues, o desempenho alcançado no primeiro mês demonstra a importância de aproximar os serviços veterinários gratuitos da população e fortalecer a política estadual de proteção animal.
“O projeto de vacinação Vet-Móvel Paraná é uma ação do Governo do Estado que leva atendimento preventivo gratuito para cães e gatos dos municípios. A vacinação é uma das principais formas de proteger os animais contra doenças graves, muitas vezes de tratamento difícil e de alto custo”, disse.
Ele acrescentou que, com o apoio dos municípios, é possível aproximar esse serviço das famílias, ampliar a cobertura vacinal e fortalecer a política pública de proteção animal do Paraná. “Nesses primeiros 30 dias, a campanha já ultrapassou a marca de 10 mil atendimentos e 32 mil agendamentos, resultado que demonstra a confiança da população e a importância dessa iniciativa para o Estado”, disse Rodrigues.
PRIORIDADE – A primeira fase da campanha concentrou os atendimentos em municípios com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e menor oferta de serviços veterinários, como Campo do Tenente, Itaperuçu e Tunas do Paraná, entre outros. Ao todo, o Vet-Móvel já percorreu 18 cidades, priorizando regiões com maior necessidade de atendimento.
Com informações da AEN






